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Dormir também é nutrição

22 de setembro de 2026, 1 min de leitura, por pnpferreira

Há dias em que a fome parece não ter fundo. Antes de culpar a força de vontade, vale a pena olhar para a noite anterior.

O que acontece quando dormimos pouco

Vários estudos mostram que a privação de sono altera hormonas ligadas ao apetite: a grelina, que estimula a fome, tende a subir, e a leptina, associada à saciedade, tende a descer. O resultado é um dia com mais vontade de alimentos muito energéticos e menos paciência para cozinhar.

Três hábitos para o fim do dia

  • Jantar com tempo. Uma refeição completa duas a três horas antes de deitar costuma ser mais confortável do que comer à pressa no sofá.
  • Cafeína com hora marcada. O efeito do café pode durar várias horas, e muitas pessoas dormem melhor quando o último é tomado até ao início da tarde.
  • Luz baixa, ecrãs longe. Uma rotina previsível ajuda o corpo a perceber que o dia acabou.

Dormir bem não é um luxo para quem já come bem. Muitas vezes é o primeiro passo para conseguir comer bem.

Se o sono é um problema persistente, fala com o teu médico de família. A alimentação ajuda, mas não substitui uma avaliação.

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